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terça-feira, 20 de maio de 2008

Quando vejo o Corpo....




Alguém já disse que o artista enfeita a cidade.

A passagem do Grupo Corpo por Ipatinga deixou uma comoção engraçada. Ontem, em vários lugares as pessoas comentavam: e essa música (a do philip Glass) que não me sai da cabeça! ou que bom que não sou bailarino, senão tinha ficado deprimido, ou ainda mas como é que eles conseguem? era computação gráfica? (Benguelê).

E entre enfeitiçada, deprimida e deslumbrada eu acordei na segunda-feira pronta pra trabalhar. No caminho, passo pela frente do hotel onde eles estavam hospedados... tão perto...
E vou pro trabalho assim...

O Luiz Fernando Veríssimo conta: quando vejo o Corpo fico patriota.
Eu, quando vejo o Corpo, fico mais bonita!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Balanço da semana passada

Ai ai, nova semana começando. E eu, que descansei carregando as pedras do fim de semana, começo esta balançando a última. Tomara que não caia....
Na terça, delícia de consórcio com as amigas animadíssimas, cheias de planos, risos, piadas que mesmo contadas pela segunda vez conseguem fazer a barriga de qualquer um doer de tanto rir.
Na quinta, festa de encerramento da escola, com direito a trinta segundos de um Henrique aterrorizado no palco, eu de braços abanando na corujíssima ilusão de que ele me veria no meio da multidão de pais insandecidos... Alice aparece numa fantasia lindíssima de flor (ano passado foi de árvore, acho que ano que vem ela vem de folha e daí só vai faltar vir de Raiz), insistindo em ficar de costas para a platéia de dois (eu e Rodrigo) desesperados por um olhar da nossa celebridade. Teté entrega panfletos na porta do teatro com os cabelos lisos como as madeixas da mãe e as unhas pintadas de rosa.
Na sexta, aniversário do Bico com todos os parentes e amigos de uma infância que teima em ficar a cada ano mais distante. Isabel e Luíza protagonizam uma cena de ciúmes da vó Élida, de deixar qualquer Beatle se sentindo o menos popular dos mortais.
Domingo (minha semana começa na segunda) festa da Bisa no sítio, regada a presentes cheirosos e parecidos, muito sol, piscina e as escangalhantes piadas do Didim, que quanto mais repetidas mais embriagantes. Bolo comprado na Cônsul, velinha de "?" (quantos anos será que Bisa fez?) e a Alice com a testa franzidíssima, perguntando dentro do carro e tentando entender esse mundo complicado..."mas a Bisa disse que ia morrer no dia do aniversário dela....").
Conto mais amanhã...